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domingo, 27 de março de 2011

Direito de Dpender de Todos

O Direito de Aprender de Todos

DIÁRIO DE BORDO - MÓDULO 2  Unidade II
 
    
Capellini,   O Direito de aprender de todos e de cada um, em princípio diz para fazermos um reflexão.
Um aluno com deficiência é matriculado em uma classe comum, será que para garantirmos a equidade, devemos tratar como os demais? Oferecer os mesmos materiais? Utilizaremos a mesma estratégia?
      Em minha opinião devemos saber qual é a deficiência do aluno, se for uma deficiência física, sim! Devemos tratá-lo como os demais como se ele não fosse deficiênte.
      Agora, se o aluno tiver uma deficiência mental comprovada não devemos usar os mesmos materiais, pois o aluno não irá acompanhar os seus colegas, ainda mais hoje com nossas salas lotadas, não digo que é impossível, mas é muito difícil um professor ser polivalente e fazer com que todos acompanhe ao mesmo nível. . ( agora pergunto, como agiremos com o aluno com deficiência visual?)
      Hoje, a inclusão é um meio que vem favorecer ao aluno, mas não basta incluir um aluno com deficiência a esmo, exigindo que o professor faça mágicas, nestes termos, falo em Brasil, onde nossos governantes joga um projeto, que no papel tem sentido, mas não da um suporte adequado para as escolas, e que na prática é bem diferente.
      Em muito tempo atrás, na época de Rousseau, ele já criticava muito a educação elitista, Rousseau levantava uma bandeira de um movimento em prol da nova escola, fazendo um combate da desigualdade e da injustiça. Isso para se ter uma ideia já era debatido no século XVll,
      Relembrando um passado próximo antes da constituição, perdurava ainda a dicotomia ( divisão em dois) quem podia estudava, caso contrário não, e o governo não muito se preocupava com a classe menos favorecida, ou poucos labutavam no antigo MOBRAL ( Movimento Brasileiro de Alfabetização) conforme sua idade.
      Veio a constituição de 1988, e nela estabelece “Educação, Direito de todos e dever do Estado”. Lindo slogan, em seguida veio Educação para todos ( para inglês ver) passaram se o tempo, faço uma reflexão.
Minha escola esta colaborando na educação para a cidadania?
     -Comparando, houve mudança significativa em termos de presenças dos alunos nas escolas, principalmente no dia de hoje, onde o governo praticamente obriga nossos filhos ao comparecimento através de “chantagem” tal como o bolsa família, para mostrar ao mundo que estamos erradicando o analfabetismo e que todas as crianças estão na escola.
     -Na medida do possível, minha escola esta sim colaborando para a Educação para a cidadania, mas falta uma política ostensiva, para incutir nas cabeças dos Pais de nossos alunos que a escola é um complemento da criação futura, que a catequização vem de berço e que a escola existe para um ensinamento e aprimoramento real para um futuro promissor.
      Em minha escola tem aluno que freqüenta para matar sua fome e muitos para não perder o salário que o governo lhe oferece pela sua freqüência e muitos pais e a maioria dos alunos sabem os seus direito, mas se esquecem dos seus deveres. Não falo de autoritarismo, mas falo em respeito ao próximo e principalmente a consideração pelo professor, que hoje tem muito pouco valor. Faz saber que todos os Doutores passaram pelas mãos de Professores,
      Nesta mesma unidade relata-se muito o Preconceito, junto com a palavra NÂO. e Acessibilidade.
      Geralmente, a palavra preconceito, de imediato em nossas mentes vem junto com o racismo, e vemos a cor preta, a gora, esse tipo de pensamento não surge nem se adquire do nada, por que será que ainda pensamos assim? Infelizmente, ainda existe país que possuem isso, principalmente, os descendentes de europeus e de asiáticos que desde quando a criança é pequena já vai implantando esse tipo de pensamento preconceituoso e racista. Agora, qual a diferença entre os europeus, asiático e africano? Em termos humanos, somos todos iguais, é só a cor mesmo.
      O NÂO, é uma palavra muito forte, tão forte que estamos sempre falando, e cada vez mais deixando ela mais forte e enraizada em nossas mente e coração.
      Acessibilidade, ainda falta muito, mas, não podemos dizer que não demos um grande passo para uma conquista, poucos anos atrás era raro os acessos que facilitaria o trafego, entrada e saída, destas pessoas tão especiais nas cidades, prédios público e comerciais e residenciais, este panorama mudou e cada dia que passa estão aprimorando mais, para dias melhores.
Liberdade e respeito!. Igualdade! è proibido, proibir!.
                            

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