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Quem somos nós?

Quem somos nós?
Sueli: Pedagoga e pós graduada em piscopedagogia, estou em busca de novos conhecimentos que auxilie minha prática docente.

Elisangela: Graduada em pedagogia e pós graduada em piscopedagogia leciono no 1°ano, amo minha profissão.

domingo, 27 de março de 2011

MÓDULO 4 - UNIDADE   1

lEducação Ambiental na Pratica Educacional
             Hoje não podemos dizer que é moda: falar, debater, lutar em prol de uma boa educação ambiental dentro de uma sala de aula, para mim é uma necessidade.

 
            Lidar com educação ambiental nos dias de hoje ainda é uma tarefa que exige a substituição de conceitos superados por soluções de práticas sociais.
Marx afirma que não basta conhecer e interpretar o mundo. É preciso transformá-lo.
 
            Apesar de ser um assunto que desperta tanto interesse dos brasileiros o professor ainda enfrenta algumas dificuldades em colocar em prática a Educação Ambiental que vise a formação de alunos críticos, capazes de refletir, questionar e se posicionar diante de problemas que, direta ou indiretamente, lhes dizem respeito
 
Nós professores temos que:
 
•Trabalhar previamente sobre os conhecimentos e conceitos para que os alunos se sintam preparados para discutir, opinar e participar do processo.
• Valorizar o diálogo, o qual permite trocas de experiências, visão da realidade, e estímulo a reflexão e a busca de soluções.
sabemos que não existe uma “receita pronta” para se fazer Educação Ambiental. As experiências já vivenciadas podem ser objetos de reflexão ou “modelo” desde que sejam considerados os pontos que precisam de reformulação.
 

MÓDULO 4 - UNIDADE 2
  
Educação para as Questões de gênero e Diversidade sexual 
 
            Este é um assunto, que para mim e muitos professores(as) sentimos que não estamos preparados para atuar com temáticas à educação sexual. No entanto, também na maioria da família do estudante impõe uma barreira para a abordagem desse tema no ambiente escolar
 
Diversidade sexual e de gênero também tem sido um tema constante na mídia, através das novelas, do cinema, da publicidade, dos programas de auditório para jovens, das revistas voltadas para o público adolescente etc., o que certamente tem forçado a escola a debater o tema, trazido às vezes espontaneamente pelos/as próprios/as alunos/as. No entanto, essa excessiva discussão na mídia em relação ao tema nem sempre tem resultado em uma diminuição dos sintomas de educação para as questões de gênero e diversidade sexual. Em minha opinião eu acho que desperta muito mais em nossos alunos
 
 
 
 
MÓDULO 4 - UNIDADE 3


Educação das Relações Étnico-raciais : O Brasil Afro
           Ser negro significa ter uma maior probabilidade de ser recrutado para posições sociais inferiores. Isto, numa estrutura social que já é profundamente desigual. Então, no meu entender, o vínculo entre raça e classe é exatamente esse: raça funciona como mecanismo de seleção social que determina uma medida bastante intensa qual a posição que as pessoas vão ocupar. (Hasembalg, 1991:46).
         A aspiração de ser reconhecido como ser humano corresponde ao valor que chamamos de auto-estima. Ela leva os negros a desejarem libertar-se do estado de inferioridade a que foram relegados e desejarem libertar-se do estado de inferioridade a que foram relegados e desembaraçar-se das imagens depreciativas de si mesmos.
           Particularmente, leva-os a lutar contra o racismo que representa, acima de tudo, uma negação de identidade configurada pela negação radical do valor das heranças histórica e cultural de onde advêm a discriminação e a segregação (D’Adesky, 1997).
 
No meu entender somos todos seres humanos independentemente de cor, raças, crenças, onde devemos extinguir o preconceito dentro de cada um de nós. E sinto que cada dia que passa estamos superando estas barreira que sempre corroeu no mundo, nesta unidade 4 educação das relações étnico-raciais: o Brasil Afro vem de encontro daquilo que eu acho, pois deste a descoberta do Brasil, os portugueses exploravam os negros através da escravidão, hoje um Brasil “contemporâneo” ainda revela muito contraste, mas nada igual ao passado, sem comparações. Mesmo em nível inferiores á muitos países, as escolas brasileira, tentamos difundir o não Racismo.
 
 
MÓDULO 4 - UNIDADE 4
 
Educação Especial Na perspectiva da Educação inclusiva
Educação Especial Na perspectiva da Educação inclusiva.
 
 Nesta unidade começo com uma reflexão:
 
           Meninos e Meninas em suas conversas: - vixi o que aquela menina tem parece mongol, a gente não entende nada o que ela fala, ela atrapalha a aula. ( a menina de quem falam tem síndrome de down )
 
Eu não sou professora de A.P.A.E. eu não sei dar aula para deficiente não estudei para isso.
 
Esse menino não aprende. Ele precisa ser encaminhada para uma classe especial
 
-A inclusão é uma inovação, cujo sentido tem sido muito distorcido e um movimento muito polemizado pelos mais diferentes segmentos educacionais e sociais. No entanto, inserir alunos com déficits de toda ordem, permanentes ou temporários, mais graves ou menos severos no ensino regular nada mais é do que garantir o direito de todos à educação - e assim diz a Constituição! Neste caso nós professores estamos preparados?

Opinião: Melhores Armas Contra o Bullying são o Diálogo e a Prevenção


                                                           
Tema precisa ser tratado com seriedade nas escolas e em casa.
Vítima
pode sofrer anos de agressões calada, gerando sérios problemas
       Nesta semana, a história de um adolescente australiano rendeu muitas reflexões sobre um tema que preocupa a todos – o bullying. Este fenômeno é caracterizado pela agressão intencional, física ou psíquica, praticada por uma pessoa, ou grupo delas, a uma outra, que geralmente apresenta algum aspecto pessoal que a diferencia, como a obesidade ou timidez exacerbada.
       Às vezes, a vítima de bullying sofre anos de agressões calada, gerando outros problemas de ordem mental e social. E foi o que aconteceu com o garoto Casey Heynes, de 15 anos.
      Em uma entrevista a uma TV australiana, Heynes disse que desde o ensino fundamental sofria agressões.   
     Há três anos, foi deixado de lado por um grupo de oito amigos, quando então as investidas iniciaram.
    Além de ataques verbais, quando diziam que ele era gordo e deveria perder peso, ele também sofria agressões físicas, como rasteiras e tapas, chegando-se ao extremo de o amarrarem em uma árvore com fita adesiva. Ele sofreu tudo calado, sem nunca revidar.
    O garoto relata que se sentiu muito só e, cerca de um ano atrás, chegou a pensar em suicídio. Porém, cansado dessa situação, ele revidou a provocação de um garoto mais novo e de menor porte físico.
     A cena foi filmada por alguém, caiu na internet e milhões de pessoas a viram em poucas horas. A maioria que viu o vídeoo considerou um herói e o apoia em sua atitude.
     Ficou, no entanto, a dúvida sobre sua reação: se cada vez que uma pessoa sofrer um tipo de agressão revidar com outra, o mundo se transformará em uma pancadaria. Não é o melhor caminho. Como o garoto disse, foi o que pode fazer.
     Mais uma vez vale lembrar que o melhor meio de se trabalhar com a questão do bullying com crianças e adolescentes (vamos nos restringir a eles, mas esse fenômeno não tem idade) no ambiente escolar e em casa, é através da prevenção. Para isso, é necessário reconhecer sua existência e manter os olhos bem abertos. A escola costuma ser o ambiente preferencial para que ele ocorra, não dá para não ver. Em casa, as vítimas ou agressores tendem a mostrar de alguma forma que as coisas não andam bem, através de algum sintoma físico ou comportamentos diferentes.
     A questão é séria e consequências graves podem ocorrer, como aqueles tiroteios em escolas nos Estados Unidos.
     Não é à toa que Heynes diz ter se sentido sozinho. Durante três anos, além de não dizer nada a ninguém, pessoa alguma percebeu (ou não quis perceber) – família e escola. Geralmente uma vítima desse tipo tem dificuldade em colocar as coisas para fora, elas sofrem caladas. Seja por ser uma característica delas, ou por simplesmente nunca serem ouvidas.
     Isso leva a pensar o quanto sua atitude de não buscar ajuda possa refletir um certo descaso para com ele. Como que ninguém o viu amarrado numa árvore? Seu pai só ficou sabendo através do vídeo.
      Pois é. Apesar de todo o sofrimento, Heynes mostrou ter uma grande força de vida. Demorou, mas aconteceu. Em vez de desistir, agredindo-se mais ainda, pondo um fim a sua vida, ele deu um basta com o que foi possível naquele momento – usou de sua força física contra seu agressor. Mesmo assim, não foi tomado pela raiva. Não espantaria nada se ele ficasse espancando o menino por um tempo maior sem conseguir parar.
      Se pensarmos do ponto de vista social, sua atitude não é adequada. Porém, ao considerarmos o aspecto da saúde mental, Heynes deu um passo à frente para manter sua sanidade. Ele é o herói de si mesmo e deu voz a todos que já sofreram agressões do tipo (a maioria de nós, como bem lembrou o jovem australiano).
      O outro garoto se defendeu – o que é natural. Nem os pais dele, no entanto, pareceram engolir muito isso.
      E a escola resolveu, depois de tanta repercussão, suspender os dois alunos, pois sua tolerância a agressões é zero. Parece que ela dormiu durante três anos e não viu nada.
      Esse é um problema mais comum do que se pensa. Não dá para fazer de conta que ele não existe. Assim como Heynes, está na hora de escolas e famílias despertarem e reagirem a isso. Sem pancadaria.


Direito de Dpender de Todos

O Direito de Aprender de Todos

DIÁRIO DE BORDO - MÓDULO 2  Unidade II
 
    
Capellini,   O Direito de aprender de todos e de cada um, em princípio diz para fazermos um reflexão.
Um aluno com deficiência é matriculado em uma classe comum, será que para garantirmos a equidade, devemos tratar como os demais? Oferecer os mesmos materiais? Utilizaremos a mesma estratégia?
      Em minha opinião devemos saber qual é a deficiência do aluno, se for uma deficiência física, sim! Devemos tratá-lo como os demais como se ele não fosse deficiênte.
      Agora, se o aluno tiver uma deficiência mental comprovada não devemos usar os mesmos materiais, pois o aluno não irá acompanhar os seus colegas, ainda mais hoje com nossas salas lotadas, não digo que é impossível, mas é muito difícil um professor ser polivalente e fazer com que todos acompanhe ao mesmo nível. . ( agora pergunto, como agiremos com o aluno com deficiência visual?)
      Hoje, a inclusão é um meio que vem favorecer ao aluno, mas não basta incluir um aluno com deficiência a esmo, exigindo que o professor faça mágicas, nestes termos, falo em Brasil, onde nossos governantes joga um projeto, que no papel tem sentido, mas não da um suporte adequado para as escolas, e que na prática é bem diferente.
      Em muito tempo atrás, na época de Rousseau, ele já criticava muito a educação elitista, Rousseau levantava uma bandeira de um movimento em prol da nova escola, fazendo um combate da desigualdade e da injustiça. Isso para se ter uma ideia já era debatido no século XVll,
      Relembrando um passado próximo antes da constituição, perdurava ainda a dicotomia ( divisão em dois) quem podia estudava, caso contrário não, e o governo não muito se preocupava com a classe menos favorecida, ou poucos labutavam no antigo MOBRAL ( Movimento Brasileiro de Alfabetização) conforme sua idade.
      Veio a constituição de 1988, e nela estabelece “Educação, Direito de todos e dever do Estado”. Lindo slogan, em seguida veio Educação para todos ( para inglês ver) passaram se o tempo, faço uma reflexão.
Minha escola esta colaborando na educação para a cidadania?
     -Comparando, houve mudança significativa em termos de presenças dos alunos nas escolas, principalmente no dia de hoje, onde o governo praticamente obriga nossos filhos ao comparecimento através de “chantagem” tal como o bolsa família, para mostrar ao mundo que estamos erradicando o analfabetismo e que todas as crianças estão na escola.
     -Na medida do possível, minha escola esta sim colaborando para a Educação para a cidadania, mas falta uma política ostensiva, para incutir nas cabeças dos Pais de nossos alunos que a escola é um complemento da criação futura, que a catequização vem de berço e que a escola existe para um ensinamento e aprimoramento real para um futuro promissor.
      Em minha escola tem aluno que freqüenta para matar sua fome e muitos para não perder o salário que o governo lhe oferece pela sua freqüência e muitos pais e a maioria dos alunos sabem os seus direito, mas se esquecem dos seus deveres. Não falo de autoritarismo, mas falo em respeito ao próximo e principalmente a consideração pelo professor, que hoje tem muito pouco valor. Faz saber que todos os Doutores passaram pelas mãos de Professores,
      Nesta mesma unidade relata-se muito o Preconceito, junto com a palavra NÂO. e Acessibilidade.
      Geralmente, a palavra preconceito, de imediato em nossas mentes vem junto com o racismo, e vemos a cor preta, a gora, esse tipo de pensamento não surge nem se adquire do nada, por que será que ainda pensamos assim? Infelizmente, ainda existe país que possuem isso, principalmente, os descendentes de europeus e de asiáticos que desde quando a criança é pequena já vai implantando esse tipo de pensamento preconceituoso e racista. Agora, qual a diferença entre os europeus, asiático e africano? Em termos humanos, somos todos iguais, é só a cor mesmo.
      O NÂO, é uma palavra muito forte, tão forte que estamos sempre falando, e cada vez mais deixando ela mais forte e enraizada em nossas mente e coração.
      Acessibilidade, ainda falta muito, mas, não podemos dizer que não demos um grande passo para uma conquista, poucos anos atrás era raro os acessos que facilitaria o trafego, entrada e saída, destas pessoas tão especiais nas cidades, prédios público e comerciais e residenciais, este panorama mudou e cada dia que passa estão aprimorando mais, para dias melhores.
Liberdade e respeito!. Igualdade! è proibido, proibir!.
                            

Sujeito e Saberes da Educação Indígenas.


Nesta unidade do livro três, refere-se sobre a educação indígenas, analisando o que li, senti que existe um históricos que desencadeia inúmeras faltas e falhas sobre os povos Indígenas de nossa terra, isso vem desfavorecendo muita visibilidade dos indígenas nas unidades escolares refletindo no pouco ou nenhum conhecimento. Sendo assim, posso citar alguns pontos de dificuldade do cenário: escassez de materiais didáticos sobre os povos indígenas; carência de pesquisas sobre a questão indígena; deficiência no trato proposto nas escolas - ainda abordando os conhecimentos indígenas de forma superficial e, muitas vezes, alimentando o preconceito; desconhecimento, por parte dos profissionais da educação que determinam as etnias; pouca noção ou desconhecimento das etnias que existiram e existem na atualidade por parte dos vários segmentos educacionais; inexistência de formação continuada para professores que refaçam o jeito de ver as nossas heranças indígenas, dentre outros.
Falando em herança, A memória, a consciência histórica, dos brasileiros de uma maneira geral é infelizmente fragmentada, desassociada, com sérias falhas ao que se refere ao protagonismo e a contribuição cultural e histórica indígena para a construção de nossa sociedade.
A herança das culturas indígenas em nossa cultura é extremamente presente no nosso dia a dia como brasileiros, ainda que não saibamos reconhecer-la. Segundo Darci Ribeiro. A lista de nomes é extensa e continua aumentando. Há milhares de expressões. tais como:

Ficar com nhenhenhém – que quer dizer falando sem parar, pois nhe’eng é falar em tupi.
Chorar as pitangas – pitanga é vermelho em tupi; então, a expressão significa chorar lágrimas de sangue.
Cair um toró – tororó é jorro d’água em tupi, daí a música popular “Eu fui no Tororó, beber água e não achei”.
Ir para a cucuia - significa entrar em decadência, pois cucuia é decadência em tupi.
Ve
calha coro é velha resmungona – kuruk é resmungar em tupi.
Socar – soc é bater com mão fechada.
Peteca - vem de petec que é bater com a mão aberta.
Cutucar - espetar é cutuc.
Sapecar - é chamuscar é sapec, daí sapecar e sapeca.
Catapora – marca de fogo, tatá em tupi é fogo.
O significado de grande parte dos nomes de lugares só se sabe com o tupi. Como nomes de bairros da cidade de São Paulo.
Pari é canal em que os índios pescavam,
Mooca é casa de parentes,
Ibirapuera é árvore antiga,
Jabaquara é toca dos índios fugidos,
Mococa é casa de bocós – bocó é tupi.

Para mim, nossos índios devem ser olhado, admirado e sempre protegido por todos nós.

UNIDADE 1 - SUJEITOS E SABERES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS



A E.J.A, vem proporcionar ao exercício da cidadania.


Realmente estamos vivendo em um mundo novo que a cada dia se torna mais novo, onde as horas passam depressa, e os dias voam como um jato supersônico, dormimos e acordamos, passou o ano, e assim sucessivamente, e temos que situar neste mundo, do qual não passamos de uma minúscula parte , mas somos nós sobrevivente dele, que tentamos dominá-lo. Onde a tecnologia vem a todo vapor. Essa parte se encontra com o todo gigantesco, o todo se encontra ao mesmo tempo no interior desses componentes de suma importância que somos nós. Somos os filhos do cosmo e nele vivemos como eterno aprendiz. Uns que nasceram em berços esplêndidos tendo oportunidade de realizarem seus estudos por completo e outros poucos favorecido pela sorte. Mas as oportunidades estão ai, e a E.J.A. ( Educação de jovens e Adulto ) é um exemplo.A E.J.A, vem proporcionar e dar continuidade ao exercício da cidadania garantindo a inclusão social. Esse processo de alfabetização é uma oportunidade para as outras aprendizagens, pois nunca é tarde para se educar e aprender. Encaixando-se sobre o aprender de todos e de cada um.E como disse (Galvão e Soares) o analfabetismo, é vista não como causa de pobreza, mas como efeito de uma sociedade injusta, não igualitária, por isso a alfabetização de adulto deveria contribuir para a transformação da realidade socialEstamos no século XXl, e o número de brasileiro que não tem o mínimo de leitura são muito significativo, isso para mim, esse retrocesso deve-se aos nossos governantes desde a descoberta do Brasil até os dias de hoje, que não deram sustentabilidade ao prosseguimento da educação de boa qualidade. Direito de aprender de todos e de cada um “Hoje, mais que nunca, a educação e a aprendizagem dos jovens e adultos constituem a chave indispensável para liberar as forças criativas das pessoas, dos movimentos sociais e das nações. A paz, a justiça, a autoconfiança, o desenvolvimento econômico, a coesão social e a solidariedade continuam a ser metas e obrigações indispensáveis que terão de ser perseguidas, reforçadas por meio da educação e da aprendizagem.

Valores e Educação.

      Para todas as crianças do mundo, proteção, respeito, educação e muito amor.
      Nesta unidade 2 – valores e educação são muito interessantes e realistas, onde Meneguello Cardoso expõem e cita diverso filósofos, nos faz refletir desde os nossos primórdios, então fiz uma pergunta para mim! O mundo que atualmente vivemos é melhor do que os dos nossos antepassados?
      Pois bem, no passado veios os primatas, os bárbaros grandes sanguinários e outros, veio o catolicismo que pregava a salvação, o imperialismo, veio a era de Hitler que vivia em uma sociedade considerada esclarecida, mas com ele veio o holocausto que matou milhões de judeu e assim sucessivamente.
      Sinceridade, tenho convicção que hoje apesar dos pesares, ainda que aconteça muita barbaridade, a questão dos valores e educação, é tratada de maneira mais abrangente como uma marca essencial de um Ser Humano. Hoje a todos os instantes estamos falando em direitos Humanos, acabou os dente por dente olho por olho. Para mim os dias de hoje é melhor que os dos nossos antepassados, isto é, em termos de valores humanitários, respeito a vida, estamos no século XXl e a educação vem contribuindo para uma construção de uma cultura de respeito a dignidade humana em todos individuo e em todas as circunstancias, “ Todos os Homens participa da mesma humanidade e, portanto, possui igualmente os direitos que garantem sua dignidade. Sei que isso não é uma realidade para uma grande quantia dos seres humanos na terra. Sei que muitas coisas nos assolam. A miséria, o racismo, a intolerância, a exclusão, a desigualdade sócio-econômica, a marginalização dos povos indígenas.
      Hoje nossas consciência esta voltada, para a aplicação dos direitos humanos, sei que existe deturpações com duplo sentido na identificação em direitos humanos e direito a marginalidade.
      Sei que estamos gatinhando para a inclusão social, Estamos longe para alcançar educação para todos. Mas sabemos que educar é mais do que preparar alunos para fazer exame, é ajudar as crianças a entender o mundo. Mas de que maneira isso é possível?  Sabemos que a educação vem de berço, e que a família é fundamental para o prosseguimento, pois a criança é um ser pleno em sua própria humanidade, se no seio de sua família ela tiver amor, amparo, ver seus próximos praticando o bem, isso será fundamental para ela enxergar e valorizar a diversidade e outros valores.
      No prosseguimento desta vida vem à escola a ajudar a construir sua identidade, mostrando os valores dando uma nova visão do mundo.

domingo, 20 de março de 2011

Racismo é Burrice.

        Geralmente, a palavra preconceito, de imediato em nossas mentes vem junto com o racismo, e vemos a cor preta, a gora, esse tipo de pensamento não surge nem se adquire do nada, por que será que ainda pensamos assim? Infelizmente, ainda existe país que possuem isso, principalmente, os descendentes de europeus e de asiáticos que desde quando a criança é pequena já vai implantando esse tipo de pensamento preconceituoso e racista.          Agora, qual a diferença entre os europeus, asiático e africano? Em termos humanos, somos todos iguais, é só a cor mesmo.